
A secretária estadual da Educação, Mariza Abreu, participa nesta quarta-feira, 24, de debate organizado pela Fundação Itaú Social, em São Paulo, sobre educação e desenvolvimento, com o professor da Universidade de Stanford e membro da Academia Nacional para Educação dos Estados Unidos (EUA), Eric Hanushek. Especialista em investimentos na Educação, o pesquisador defende que os aumentos salariais na área do magistério devem ser concedidos apenas aos professores que apresentarem os melhores desempenhos.
Em entrevista concedida recentemente em Nova Iorque, Hanushek alertou para o fato de que nem sempre a eficiência dos sistemas educacionais está umbilicalmente ligada aos gastos no setor.O pesquisador argumenta que os EUA, por exemplo, gastam mais que países europeus, mas seus alunos têm notas inferiores em testes internacionais. Para ele, a saída seria pagar melhor os professores que melhorarem os níveis de aprendizado dos alunos.
Hanushek explicou que estudos demonstram que as limitações econômicas vistas na América Latina estão relacionadas diretamente a qualidade do ensino. “Tenho trabalhado com dados da América Latina e toda a região tem o desenvolvimento retardado pela falta de qualidade das escolas. Basta ver o Pisa (teste internacional de habilidades básicas de estudantes de 15 anos), no qual o Brasil está bem atrás de todo o mundo desenvolvido e do Sudeste Asiático. Acho que este é o grande problema do Brasil”, concluiu.
O pesquisador acredita que o simples fato de aumentar os salários dos professores sem que esteja relacionado com a melhoria dos níveis de aprendizagem dos alunos não traz benefícios para a Educação a curto ou médio prazo. Ele entende que os educadores devem ser estimulados na busca pela qualidade do ensino a partir de políticas públicas que articulem elevação salarial com melhores indicadores educacionais.
Segundo o professor, a implantação de remuneração variável por desempenho pode estimular a melhoria da performance dos professores no desenvolvimento de atividade curriculares em sala de aula. A idéia é atrelar os pagamentos salariais complementares aos resultados dos estudantes de uma mesma escola em avaliações educacionais externa.
Na visão de Hanushek, o Brasil já mostrou que possui uma estrutura de avaliação da qualidade da Educação, mas ainda faltam testes que analisem o quanto o professor contribuiu efetivamente para os resultados escolares dos alunos. O próximo passo do país, de acordo com o pesquisador, seria o estabelecimento de mecanismos que possam mensurar a articulação entre os níveis de aprendizagem e trabalho dos educadores.
O evento da Fundação Itaú Social vai reunir autoridades e gestores educacionais de diferentes Estados brasileiros. A entidade desenvolve ações em parceria com redes públicas de ensino e organizações que atual na área da Educação e desenvolvimento socioeconômico.
( Reportagem estraída do site da Secretaria da Educação do RG)
No meu ponto de vista isso é uma palhaçada, além deles não valorixzarem nem um pouco o magistério fazendo com que assim o professor perca seu estímulo de estar em uma sala de aula, agora querem aplicar uma prova onde os alunos que tiverem um melhor resultado na disciplina deste professor assim ele será remunerado de uma forma melhor que os outros em que os alunos não tiveram um bom rendimento na prova que lhe foi aplicada.
ResponderExcluirAs vezes paro pra penas, esta mulher Mariza Abreu que é nossa secretaria da educação do RG em vez de valorizar nossa classe e lutar junto com a gente por uma educação melhor para nosso estado, bem pelo contrário ela cada vez mais afunda nossa classe.
PALHAÇADA!!!